segunda-feira, 12 de junho de 2017








Em todo o mundo, milhares de eventos são realizados para marcar esta data tão importante: o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O objetivo é sensibilizar sociedade e governantes sobre a importância de se eliminá-lo. No Brasil, há o apoio do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).

O catavento, símbolo mundial da campanha, foi criado no Brasil e logo foi adotado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). O brinquedo em sua forma colorida simboliza o respeito à criança e à diversidade de raça e gênero. Suas cinco pontas, por sua vez, representam os continentes. Ao girar, inspiram a mobilização e a geração de energia capaz de mudar a situação de milhões de crianças exploradas como mão-de-obra em todo o mundo. Vale destacar que o nosso país é pioneiro e referência, desde a década de 90, no que diz respeito à prevenção e eliminação do trabalho infantil.

O número de crianças entre 5 e 17 anos que trabalham reduziu em 58%, nos últimos 20 anos (em 2012 havia 4.905.000 a menos do que em 1992). Apesar de ainda haver em 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD do IBGE), 3,5 milhões de menores trabalhando. Mas no período de 2014 a 2015, o numero voltou a subir, segundo o relatório Cenário da Infância e Adolescência no Brasil, da Fundação ABRINQ: 11% a mais de crianças de 5 a 9 anos (69.928 para 78.527). 

Sendo assim, é cada vez mais importante e essencial dar continuidade às campanhas, programas e atividades para combater o trabalho infantil. Investir também e cada vez mais na Educação, para que todas tenham acesso a ela e possam dessa forma, se desenvolver plenamente. O Ministério Público do Trabalho em fevereiro deste ano deu a partida com a campanha “Chega de Trabalho Infantil”, encabeçada por cantores sertanejos (Daniel e Chitãozinho e Xororó) e esportistas (os ex-jogadores do vôlei e basquete, Maurício e Hortência respectivamente).

Ao postarem a hashtag e o nome da campanha em suas redes sociais, os internautas ajudavam a divulgá-la. No site temático, há produtos disponibilizados, local dedicado a artigos e opiniões de especialistas. A campanha também ganhou fanpage no Facebook e um canal no YouTube.


No mês anterior ao seu inicio, o MPT de Campinas (cidade onde a campanha teve início) já tinha assinado com outras instituições, um protocolo de cooperação técnica para combater o trabalho infantil, fortalecendo planos municipais, estaduais e nacionais. De acordo com o documento, os comitês interinstitucionais criados acompanham programas, ações, promoção de estudos ligados ao tema e registra a possibilidade de adesão de outros órgãos e entidades públicas.

Fonte: www.oitbrasil.org.br e Sociedade de Pediatria de São Paulo (www.spsp.org.br), www.redebrasilatual.com.br

Interlocução Programa SENAI de Ações Inclusivas
 

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segunda-feira, 12 de junho de 2017

12 de junho - Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil








Em todo o mundo, milhares de eventos são realizados para marcar esta data tão importante: o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O objetivo é sensibilizar sociedade e governantes sobre a importância de se eliminá-lo. No Brasil, há o apoio do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).

O catavento, símbolo mundial da campanha, foi criado no Brasil e logo foi adotado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). O brinquedo em sua forma colorida simboliza o respeito à criança e à diversidade de raça e gênero. Suas cinco pontas, por sua vez, representam os continentes. Ao girar, inspiram a mobilização e a geração de energia capaz de mudar a situação de milhões de crianças exploradas como mão-de-obra em todo o mundo. Vale destacar que o nosso país é pioneiro e referência, desde a década de 90, no que diz respeito à prevenção e eliminação do trabalho infantil.

O número de crianças entre 5 e 17 anos que trabalham reduziu em 58%, nos últimos 20 anos (em 2012 havia 4.905.000 a menos do que em 1992). Apesar de ainda haver em 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD do IBGE), 3,5 milhões de menores trabalhando. Mas no período de 2014 a 2015, o numero voltou a subir, segundo o relatório Cenário da Infância e Adolescência no Brasil, da Fundação ABRINQ: 11% a mais de crianças de 5 a 9 anos (69.928 para 78.527). 

Sendo assim, é cada vez mais importante e essencial dar continuidade às campanhas, programas e atividades para combater o trabalho infantil. Investir também e cada vez mais na Educação, para que todas tenham acesso a ela e possam dessa forma, se desenvolver plenamente. O Ministério Público do Trabalho em fevereiro deste ano deu a partida com a campanha “Chega de Trabalho Infantil”, encabeçada por cantores sertanejos (Daniel e Chitãozinho e Xororó) e esportistas (os ex-jogadores do vôlei e basquete, Maurício e Hortência respectivamente).

Ao postarem a hashtag e o nome da campanha em suas redes sociais, os internautas ajudavam a divulgá-la. No site temático, há produtos disponibilizados, local dedicado a artigos e opiniões de especialistas. A campanha também ganhou fanpage no Facebook e um canal no YouTube.


No mês anterior ao seu inicio, o MPT de Campinas (cidade onde a campanha teve início) já tinha assinado com outras instituições, um protocolo de cooperação técnica para combater o trabalho infantil, fortalecendo planos municipais, estaduais e nacionais. De acordo com o documento, os comitês interinstitucionais criados acompanham programas, ações, promoção de estudos ligados ao tema e registra a possibilidade de adesão de outros órgãos e entidades públicas.

Fonte: www.oitbrasil.org.br e Sociedade de Pediatria de São Paulo (www.spsp.org.br), www.redebrasilatual.com.br

Interlocução Programa SENAI de Ações Inclusivas
 

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