sexta-feira, 14 de abril de 2017




Nunca se falou tanto em Educação Inclusiva como de uns tempos para cá. O que se via por um longo período foi a exclusão de pessoas com necessidades especiais das escolas regulares. Não havia interação, e sim, discriminação. No Brasil, por exemplo, a partir da segunda metade do século XIX começaram a surgir escolas especializadas. Foi o caso do Instituto Benjamin Constant (1854) voltado para o atendimento aos deficientes visuais e auditivos e APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) em 1954, onde eram realizadas pelos deficientes físicos, atividades de vida diária.

Mas que bom que essa história vem mudando. O princípio de Educação Inclusiva foi adotado pelos países membros da ONU (Organização das Nações Unidas), a partir da Declaração de Salamanca sobre Princípios, Política e Práticas na Área das Necessidades Especiais, em junho de 94. Ele tinha como objetivo estabelecer uma política de inclusão das pessoas com necessidades especiais nas escolas.

De acordo com o Plano Nacional de Educação (2011-2020), a educação inclusiva atende alunos com deficiência intelectual, física, auditiva, visual, com transtorno global do desenvolvimento (TGD) e altas habilidades. É direito do aluno receber apoio especializado e recursos diferenciados (ensino de linguagens e códigos de comunicação e sinalização para os deficientes visuais e auditivos), atividades voltadas para o desenvolvimento de estratégias de pensamento (deficiência intelectual), adaptação de material e ambiente físico (deficientes físicos), ampliação de recursos ou conteúdos (transtorno global e altas habilidades).

Apesar da conquista, a inclusão educacional ainda é um desafio a ser enfrentado, já que ainda também há resistência. A grande realidade é que muitas escolas não estão preparadas para receber pessoas com necessidades especiais. E isso inclui a falta de equipamentos apropriados e pessoas capacitadas para atender tais alunos. Fora o preconceito que persiste. É preciso mudar a mentalidade. As escolas precisam estar preparadas e os educadores, saber lidar com os deficientes. Entender que limitação não é sinônimo de incapacidade para uma porção de coisas. Se os deficientes não conseguem fazer uma determinada coisa, certamente, se descobrirá outra habilidade para ser explorada. E isso acontece com a maioria deles!
 Interlocução Programa SENAI de Ações Inclusivas - Fonte: Info Escola

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sexta-feira, 14 de abril de 2017

14 de abril - Dia Nacional da Luta pela Educação Inclusiva




Nunca se falou tanto em Educação Inclusiva como de uns tempos para cá. O que se via por um longo período foi a exclusão de pessoas com necessidades especiais das escolas regulares. Não havia interação, e sim, discriminação. No Brasil, por exemplo, a partir da segunda metade do século XIX começaram a surgir escolas especializadas. Foi o caso do Instituto Benjamin Constant (1854) voltado para o atendimento aos deficientes visuais e auditivos e APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) em 1954, onde eram realizadas pelos deficientes físicos, atividades de vida diária.

Mas que bom que essa história vem mudando. O princípio de Educação Inclusiva foi adotado pelos países membros da ONU (Organização das Nações Unidas), a partir da Declaração de Salamanca sobre Princípios, Política e Práticas na Área das Necessidades Especiais, em junho de 94. Ele tinha como objetivo estabelecer uma política de inclusão das pessoas com necessidades especiais nas escolas.

De acordo com o Plano Nacional de Educação (2011-2020), a educação inclusiva atende alunos com deficiência intelectual, física, auditiva, visual, com transtorno global do desenvolvimento (TGD) e altas habilidades. É direito do aluno receber apoio especializado e recursos diferenciados (ensino de linguagens e códigos de comunicação e sinalização para os deficientes visuais e auditivos), atividades voltadas para o desenvolvimento de estratégias de pensamento (deficiência intelectual), adaptação de material e ambiente físico (deficientes físicos), ampliação de recursos ou conteúdos (transtorno global e altas habilidades).

Apesar da conquista, a inclusão educacional ainda é um desafio a ser enfrentado, já que ainda também há resistência. A grande realidade é que muitas escolas não estão preparadas para receber pessoas com necessidades especiais. E isso inclui a falta de equipamentos apropriados e pessoas capacitadas para atender tais alunos. Fora o preconceito que persiste. É preciso mudar a mentalidade. As escolas precisam estar preparadas e os educadores, saber lidar com os deficientes. Entender que limitação não é sinônimo de incapacidade para uma porção de coisas. Se os deficientes não conseguem fazer uma determinada coisa, certamente, se descobrirá outra habilidade para ser explorada. E isso acontece com a maioria deles!
 Interlocução Programa SENAI de Ações Inclusivas - Fonte: Info Escola

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